domingo, 26 de agosto de 2012

Sexta-feira, 24 de agosto de 2012.
Enfoque nas bolsas de valores de quinta-feira
  •  O Ibovespa encerrou com declínio de 1,46%, aos 58.511,55 pontos. Na mínima do dia, o índice atingiu 58.145 pontos (-2,08%) e, na máxima 59.382 pontos (estável). O giro financeiro somou R$ 6,306 bilhões. A cautela imposta no exterior após dados negativos da China, Europa e EUA, levaram a Bovespa de volta aos 58 mil pontos. A queda das ações da Vale e da Petrobras também contribuiu para o recuo do principal índice doméstico, que também foi prejudicado pela fala do presidente do Federal Reserve de St. Louis, James Bullard, de que a situação da economia norte-americana não justifica uma nova rodada de afrouxamento quantitativo (QE3). Fonte: EXAME. 
Notícias relevantes dessa sexta-feira
  • A greve de parte dos funcionários do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que já dura 68 dias, prejudicou pelo 2º mês consecutivo à divulgação da Pesquisa Mensal de Emprego (PME). As taxas médias de desemprego do país relativas aos meses de junho e julho ainda não são conhecidas. Em junho, faltou a análise dos dados do Rio de Janeiro; em julho, do Rio de Janeiro e de Salvador. Fonte: O Estado de S. Paulo.
     
  • Mesmo com a crise internacional, em julho o Brasil superou as expectativas da equipe econômica e recebeu US$ 8,4 bilhões em investimentos estrangeiros diretos. O recorde no capital que entra para a ampliação da capacidade produtiva das fábricas instaladas no país foi acompanhado de outros ingressos relevantes. Em agosto, os dados preliminares do BC mostram que o investimento em ações negociadas no Brasil foi de US$ 2 bilhões até o dia 21 deste mês. Fonte: O Globo.
  • O Conselho Monetário Nacional (CMN) flexibilizou ontem as regras de emissão de letras financeiras (LFs) para alongar os prazos desses papéis e, ao mesmo tempo, melhorar as condições de captação de recursos para financiamentos em obras de infraestrutura. Essa resolução entra em vigor a partir de 1º de novembro. "Estamos dando condições para fazer uma letra [financeira] de quatro anos e ter um escape. A norma também permite que esse papel pague rendimentos periódicos a cada 180 dias", explicou técnico do BC. Essa medida visa aumentar o prazo médio das letras financeiras que atualmente está em 2,3 anos. As letras financeiras não têm cobertura do FGC e são isentas de recolhimento compulsório. Fonte: Valor Econômico.
Agenda para segunda-feira
Analista acadêmico: Fênix Felipe de Mendonça
Coordenador: Prof. Dr. Sinézio Fernandes Maia.

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