Enfoque nas bolsas de
valores de quarta-feira
O Ibovespa subiu 0,79
por cento, a 59.380 pontos. O giro financeiro da sessão foi de 6,74 bilhões de
reais. A Bovespa encerou no campo positivo, com investidores mostrando maior
apetite por ativos de risco após sinalização de que o Federal Reserve (Fed,
banco central dos EUA) deve lançar "em breve" nova rodada de estímulo
monetário. O índice se firmou em alta após a divulgação da ata da última
reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto do Fed, às 15 horas. Antes disso,
havia operado sem tendência definida. A ata do Fed revelou que "muitos
membros julgaram que uma acomodação monetária adicional provavelmente seria
justificada em breve". Fonte: REUTERS.
Notícias relevantes dessa quinta-feira:
- A negociação de títulos do Tesouro Nacional indexados à inflação no mercado secundário superou, em julho a dos papéis prefixados. Segundo o Tesouro, os indexados foram responsáveis por 39,97% dos negócios, enquanto a participação dos prefixados ficou em 39,63%. Ele destacou que o índice de rentabilidade IMA-S, dos títulos atrelados à Selic, foi de 10,5% no acumulado em 12 meses até julho. No mesmo período, o IMA geral teve rentabilidade de 19,2%. O IRSM, que representa o retorno dos títulos prefixados, ficou em 18,3%. O índice IMA-C, de títulos ligados à inflação pelo IGP-M, dispararam em 30,3%. O IMA-B, dos títulos atrelados ao IPCA, teve 27,2%. Fonte: Correio Braziliense.
- O Citigroup divulgou ontem um relatório no qual afirma que a Grécia pode sair da zona do euro já em setembro ou outubro deste ano, caso o relatório da Troica de credores internacionais mostre que as reformas prometidas pelo país não estão sendo implementadas. Mesmo assim, o Citi diz que a saída da Grécia da zona do euro não é inevitável, "já que ninguém quer ser culpado por isso". Fonte: O Estado de S. Paulo.
- As taxas de juros negociadas na BM&F fecharam ontem em alta, puxada pela prévia da inflação oficial no Brasil em agosto (IPCA – 15). A variação de 0,39% superou as projeções de economistas e consultores e reforçou o cenário de que o indicador usado pelo Banco Central como principal referência para conduzir a política de metas de inflação vai fechar 2012 acima do centro da meta. Outro fator que provocou desconforto do mercado no IPCA-15 foi a disparada do índice de difusão (que mede quantos itens dentro do índice mostraram alta), de 61,6% para 65,8%, segundo cálculos do banco Fator. Qualquer resultado acima de 60% já é considerado preocupante e, na visão de especialistas, a resistência desse indicador em ceder amplia a preocupação. Fonte: Valor Econômico.
- O presidente do Eurogrupo — fórum de ministros de Finanças das 17 nações que adotam o euro —, Jean-Claude Juncker, manifestou ontem apoio à Grécia, mas exigiu que o governo aumente os esforços para sanear as contas do país. "Devem ser feitos esforços em matéria orçamentária e reformas estruturais suplementares, além de privatizações", insistiu Juncker, destacando que a Grécia sofre uma "espécie de crise de credibilidade". "Agora, a bola está nas mãos dos gregos. De fato, essa é a última oportunidade, e eles têm que saber disso", afirmou. Fonte: Correio Braziliense
- O governo deverá ceder à pressão dos gestores portuários e renovar os cerca de 70 contratos assinados com as empresas privadas antes de 1993 (anteriores à Lei dos Portos), mas exigirá contrapartidas. Além de novos investimentos para modernização dos portos - serão pelo menos R$ 10 bilhões em cinco anos. Também está em discussão a privatização da administração dos portos, hoje nas mãos da companhia Docas. Atualmente, a administração dos portos do país é pública e a operação, privada. Fonte: O Globo.
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Agenda para sexta-feira:
Analista
Acadêmico: Fênix Felipe de Mendonça
Coordenador:
Prof. Dr. Sinézio Fernandes Maia


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