quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Quarta-feira, 03 de outubro de 2012. 
Enfoque nas bolsas de valores de terça-feira:

  • O Ibovespa recuou 0,59 por cento, a 59.222 pontos. O giro financeiro do pregão foi de 6,2 bilhões de reais, abaixo da média diária de 2012, de 7,3 bilhões de reais. Os mercados operaram de olho na Espanha, com investidores preferindo optar por cautela. Pela manhã, os principais mercados acionários operaram em alta -o Ibovespa chegou a subir 0,87 por cento na máxima intradiária--, com as crescentes apostas de que a Espanha poderia pedir socorro ainda neste fim de semana. No entanto, o primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, negou que um pedido de ajuda seja iminente, contribuindo para azedar o ânimo dos mercados. Fonte: REUTERS
Notícias relevantes dessa quarta-feira:
  • O governo deve desistir de cumprir a meta fiscal de 2012. Projeções de fontes do governo indicam que, por causa da baixa arrecadação e do crescimento das despesas, são poucas as possibilidades de se chegar ao fim do ano com saldo positivo de pelo menos R$ 139,8 bilhões, ou 3,1% do Produto Interno Bruto (PIB) nas contas do setor público, como é o objetivo do governo. A presidente Dilma Rousseff já foi informada da situação e deu sinal verde para mudar o discurso em relação ao cumprimento da meta. Provavelmente em dezembro, a equipe econômica deverá anunciar que o objetivo não será atingido. Fonte: O Estado de S.Paulo
  • Mesmo abaixo da expectativa do mercado, o crescimento de 1,5% da produção industrial em agosto agradou o ministro da Fazenda, Guido Mantega. Apesar do crescimento de 1,5%, o resultado ficou abaixo do previsto pelos analistas de mercado. Os economistas consultados pelo Valor previam avanço de 2,09%, com intervalo de projeções entre 1,6% e 2,6%. De acordo com Mantega, os analistas projetaram "mal o número". Esse foi o terceiro mês seguido de alta na produção, mas na comparação com agosto de 2011, a indústria brasileira caiu 2%. No acumulado do ano, o setor registra baixa de 3,4%. Fonte: Valor Econômico
  • A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) pretende endurecer o jogo com as concessionárias que se recusarem a prorrogar seus contratos com vencimento entre 2015 e 2017. Nos últimos dias, empresas que detêm usinas hidrelétricas aventaram a possibilidade de permanecer à frente de seus ativos até o fim das concessões, explorando por mais tempo as tarifas mais altas a que ainda têm direito. Atualmente, o megawatt-hora dessas usinas gira em torno de R$ 95, enquanto a previsão estimada para os contratos prorrogados é de R$ 30. A alternativa avaliada é vetar a participação das antigas concessionárias nos futuros leilões. Fonte: Valor Econômico
  • O presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy, negou que esteja prestes a pedir socorro financeiro para o país. Segundo o jornal espanhol "El País", em uma entrevista coletiva, ao ser perguntado se pensava em pedir ajuda ainda esta semana, Rajoy foi enfático: "não". Com relação à notícia veiculada pela agência Reuters, de que o pedido de resgate seria feito este fim de semana, Rajoy afirmou: “Pode ser que essa agência esteja mais bem informada que eu, mas se o que eu digo serve, eu digo que não”. Fonte: O Globo
  • A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), da Fundação Getulio Vargas (FGV), subiu em quatro das sete capitais pesquisadas no fechamento do mês de setembro. Segundo dados dados da FGV, a maior variação foi registrada em Recife (0,06 ponto percentual), onde o índice passou de 0,59%, na terceira prévia do mês, para 0,65%, na quarta semana. Fonte: Brasil Econômico
  • As recentes alterações nas regras fiscais na França, com a imposição de maior tributação sobre as grandes fortunas, recrudesceu o receio de uma crescente evasão de ricos franceses para países com legislação mais branda para os afortunados, sobretudo a Bélgica e a Suíça. Na última sexta-feira, o presidente Hollande efetivou sua promessa de campanha mais temida pelos milionários: a proposta de um imposto de 75% sobre ganhos acima de 1 milhão anuais. Também foi anunciado aumento do Imposto de Solidariedade sobre a Fortuna (ISF), numa tabela progressiva de 0,55% a 1,8% (reduzidos no governo NicolasSarkozy entre 0,25% o 0,50%). Fonte: O Globo
Agenda para quinta-feira: 
 
Analista acadêmico: Fênix Felipe de Mendonça
Coordenador: Prof. Dr. Sinézio Fernandes Maia
 

0 comments:

Postar um comentário

Agradecemos seu comentário.