Sexta-feira, 21 de setembro de 2012.
Enfoque nas bolsas de valores de quinta-feira
- O Ibovespa oscilou entre queda de 1,12% e alta de 0,42% no intradia, mas fechou o pregão com variação positiva de 0,06%, a 61.687 pontos. O giro financeiro da bolsa foi de R$ 7,17 bilhões, bem próximo da média diária de 2012, mas abaixo do volume de mais de R$ 10 bilhões registrado em pregões que seguiram o anúncio da nova rodada de estímulos nos EUA na semana passada. A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou os negócios desta quinta-feira praticamente estável, apesar dos fracos dados de atividade na China, Estados Unidos e zona do euro terem voltado a lançar dúvidas sobre o ritmo de recuperação da economia global. Fonte: REUTERS.
Notícias relevantes dessa sexta-feira:
- As autoridades da União Europeia (UE) estão trabalhando nos bastidores na preparação de um novo pacote de ajuda financeira à Espanha, que incluiria compras de bônus espanhóis pelo Banco Central Europeu (BCE), segundo reportagem do jornal britânico "Financial Times". O programa econômico deverá ser anunciado na próxima quinta-feira, dia 27. Fonte: O Estado de S. Paulo
- A greve dos bancários está ganhando corpo e já incomoda o governo, temendo desgaste com o eleitorado às vésperas do pleito municipal. São 8.527 pontos de atendimento prejudicados, quase 40% do total (21.714). "Estamos vendo que a greve está ainda mais forte do que a do ano passado, quando a paralisação durou 21 dias", disse presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro. Fonte: Correio Braziliense
- O governo divulgou ontem a redução da estimativa para o crescimento da arrecadação federal. A projeção para geração de receitas é R$ 35 bilhões menor que a divulgada pelo Executivo no decreto de reprogramação orçamentária, no início do ano. Ainda assim esse número é bastante otimista perto da projeção que analistas fazem para o ano. Conforme publicou o Correio, a avaliação pode chegar a R$ 71 bilhões a menos nos cofres do governo. Esse número deverá ser revisto na próxima semana, quando o Leão vai divulgar o resultado do recolhimento de agosto. Fonte: Correio Braziliense
- O governo elegeu o cartão de crédito como o novo inimigo na cruzada pela redução dos juros bancários. Com taxas que chegam a 300% ao ano, o cartão é a forma mais cara de financiamento ao consumo, mas é dos mais usados pela praticidade. O primeiro passo cogitado é a redução gradual do número máximo de parcelas sem juros, já que hoje uma boa parte dos estabelecimentos comerciais pratica 12 vezes (que pode chegar a 18). Representando cerca de 70% de todo o estoque da dívida originada por cartões, ou R$ 85 bilhões, o parcelado sem juros, que só existe no Brasil. Fonte: Valor Econômico
- A geração de postos de trabalho com carteira assinada em agosto decepcionou analistas do mercado financeiro e o próprio Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgado ontem, foram criadas 100,9 mil vagas, o menor volume para agosto em dez anos. Tanto especialistas quanto o governo aguardavam perto de 186 mil empregos, que é a média para o mês. O tombo de 56,2% ante agosto do ano passado, quando o saldo foi de 230,6 mil. Fonte: O Estado de S. Paulo
- O IPCA-15 teve nova alta em setembro, de 0,48%, após subir 0,39% em agosto. A alta correspondeu às expectativas do mercado e foi influenciada, sobretudo pelos alimentos. Segundo o IBGE, eles subiram 1,08% e tiveram peso de 0,25% no índice, respondendo por mais da metade do IPCA-15 no período. No acumulado de 12 meses, o IPCA-15 teve alta de 5,31%, abaixo dos 12 meses anteriores (5,37%). Fonte: O Globo
Agenda para segunda-feira:
Coordenador:
Prof. Dr. Sinézio Fernandes
Maia.


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