Terça-feira, 18 de setembro de 2012.
Enfoque nas bolsas de valores de segunda-feira:
- O Ibovespa se firmou em queda na etapa final do pregão e fechou em baixa de 0,48 por cento, a 61.805 pontos. No intradia, o índice oscilou entre alta de 0,94 por cento e queda de 0,89 por cento. O giro financeiro do pregão foi de 13,3 bilhões de reais, inflado pelo vencimento de opções sobre ações, que movimentou 4,8 bilhões de reais --dos quais 4,4 bilhões de reais em opções de compra. A Bovespa encerrou os negócios desta segunda-feira em queda, com investidores realizando lucros após um rali que fez o principal índice brasileiro de ações registrar sua maior alta semanal acumulando alta de 6,5 por cento, no maior avanço semanal desde o fim de outubro de 2011. Fonte: REUTERS
Notícias relevantes dessa terça-feira
- Pela sétima semana seguida, o Boletim Focus mostra piora na previsão de crescimento da economia brasileira em 2012, desta vez para apenas 1,57%, na semana passada, crescimento de 1,62%. Já a estimativa deste ano para inflação oficial (IPCA) subiu pela décima semana seguida de 5,24% para 5,26%. No entanto, para 2013, caiu de 5,54% para 5,50%. A previsão para a taxa básica de juros (Selic) para dezembro foi mantida pela sexta semana consecutiva em 7,25% ao ano, sendo que hoje está em 7,5% ao ano. Fonte: O Globo
- A presidente Dilma Rousseff assinou ontem a sanção da Medida Provisória 563, que desonera a folha de pagamento de setores incluídos no programa Brasil Maior. Optou, porém, por vetar a redução de impostos sobre produtos da cesta básica, emenda que foi proposta pela oposição e aprovada pelo Congresso. Se entrasse em vigor, as mercadorias poderiam ficar até 10% mais baratas. Para compensar o veto, Dilma deve apresentar uma outra medida, possivelmente uma simplificação da PIS/Cofins. Fonte: Correio Braziliense
- Os contratos futuros de petróleo fecharam em queda em Nova York em meio aos rumores de que o governo dos Estados Unidos liberaria em breve suas reservas estratégicas. Na New York Mercantile Exchange (Nymex), os contratos de petróleo bruto WTI para outubro recuaram US$ 2,38 (2,4%) e fecharam a US$ 96,62. Na ICE Futures, os contratos de petróleo Brent para novembro caíram US$ 2,87 (2,46%) e fecharam a US$ 113,79 por barril. Fonte: Valor Econômico
- O Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10) desacelerou em setembro, confirmando que os efeitos da quebra da safra de grãos, como soja e milho, sobre os preços, começam a se dissipar. Nos próximos meses, porém, o foco de pressões inflacionárias se deslocará para o varejo, que só agora começa a repassar ao consumidor as altas registradas pelo atacado nos meses anteriores. O índice da Fundação Getúlio Vargas (FGV) subiu 1,05% após avançar 1,59% em agosto, dentro do esperado pelo mercado. Em 12 meses, a alta no IGP-10 (7,95%) é a maior desde agosto de 2011. Fonte: Valor Econômico
- A perspectiva de uma enxurrada de dólares no país, por causa das medidas de estímulo monetário adotadas pelo Federal Reserve (Fed, o banco central americano), voltou a puxar a cotação para baixo ontem. O dólar já abriu em queda e atingiu o menor patamar do dia, R$ 2,016. Meia hora depois, o Banco Central interveio no mercado para segurar a moeda, fazendo uma espécie de compra de dólares no mercado futuro, no valor de US$ 2,1 bilhões. No total, já são US$ 5,1 bilhões, em quatro intervenções. Fonte: Valor Econômico
Agenda para quarta-feira:
Analista acadêmico: Fênix Felipe de Mendonça
Coordenador: Prof. Dr. Sinézio Fernandes Maia


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