quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Quinta-feira, 30 de agosto de 2012.
Enfoque nas bolsas de valores de quarta-feira

  •  O Ibovespa caiu 1,78 por cento, a 57.369 pontos, abaixo do suporte técnico dos 57.600 pontos. No pior momento do dia, o índice chegou a cair 2,3 por cento, a 57.060 pontos. Depois de dois pregões de fraco volume financeiro, o giro da bolsa ficou em 6,94 bilhões de reais, mas ainda um pouco abaixo da média diária do ano, de cerca de 7,2 bilhões de reais. No exterior, os mercados seguiam à espera do discurso do presidente do Federal Reserve, o banco central dos Estados Unidos. Ben Bernanke participa de um simpósio de bancos centrais em Jackson Hole (Wyoming), na sexta-feira, e investidores estão atentos a sinais de uma nova rodada de estímulo monetário. Fonte: Valor Econômico 
  • O Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) promoveu ontem mais uma redução de 0,50 ponto percentual na taxa básica de juros da economia brasileira, nono corte seguido, que passa a ser de 7,5% ao ano. O comunicado divulgado após a reunião sinaliza que este pode ter sido o último movimento do ciclo de afrouxamento monetário iniciado em agosto de 2011. Se houver mais uma diminuição, ela deverá ser menor do que a de ontem, provavelmente de 0,25 ponto percentual.  Fonte: Valor Econômico
  • A economia de R$ 51,9 bilhões para o pagamento de juros nos sete primeiros meses do ano correspondeu a 2,06% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo dados do governo. Até junho, essa relação estava em 2,86%. Apesar da desaceleração, o secretário do Tesouro Nacional, Arno Augustin, assegurou que a "meta de superavit (de 3,1% do PIB) será cumprida", mesmo com a fragilidade da economia e da queda na arrecadação. Fonte: Correio Braziliense.
  • Às vésperas do anúncio de um novo crescimento fraco do PIB, o governo lançou mão de mais um pacote de medidas de estímulo ao consumo e ao investimento. A receita foi a mesma: prorrogação da redução do IPI para carros, produtos da linha branca, móveis, bens de capital e material de construção.  Mantega anunciou ainda a prorrogação até dezembro do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), que garante financiamento pelo BNDES com juros menores que os de mercado, bancados pelo Tesouro Nacional. Novas linhas foram incluídas, inclusive para máquinas e equipamentos usados. Fonte: O Estado de S. Paulo. 
  • O governo do Rio deu um alívio fiscal para a produção de etanol. Um decreto assinado pelo governador Sérgio Cabral reduziu de 24% para 2% a alíquota de ICMS sobre o álcool combustível. Segundo o secretário de Desenvolvimento Econômico do Rio, Júlio Bueno, o objetivo, em cinco anos, é elevar a produção anual dos atuais 60 milhões de litros para 500 milhões, próximo ao consumo total do estado. Hoje, segundo Bueno, 90% do álcool usado aqui vêm de São Paulo, onde o ICMS é de 12%. Ele disse que a desoneração tem o potencial de atrair quatro novas usinas para o estado em dez anos - hoje, existem apenas quatro.  Fonte: O Globo.
  • As importações de diesel e gasolina, que hoje já deixam um rombo no caixa da Petrobrás, tendem a crescer ainda mais nos próximos dois anos, segundo previsões da estatal divulgadas ontem. No caso do diesel, as importações devem quase dobrar até 2014. As compras no exterior têm potencial para fazer estrago caso a companhia não equipare os preços nas bombas com os praticados no mercado internacional. O prejuízo acontece porque a Petrobrás atende à demanda crescente com importações no exterior, onde os preços flutuam, enquanto a gasolina permanece há anos com o preço congelado nas bombas. Fonte: O Estado de S. Paulo.
Agenda para sexta-feira:



Analista acadêmico: Fênix Felipe de Mendonça
Coordenador: Prof. Dr. Sinézio Fernandes Maia.

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