terça-feira, 21 de agosto de 2012

Segunda-feira, 20 de agosto de 2012.
Enfoque nas bolsas de valores de sexta-feira  
  •  O Ibovespa teve queda de 0,61 por cento, a 59.082 pontos, na contramão das bolsas externas. O giro financeiro do pregão foi de 5,89 bilhões de reais. O índice acumulou baixa de 0,33 por cento em cinco dias, interrompendo sequência de três semanas em alta. No mês, o Ibovespa registra valorização de 5,3 por cento. Na cena doméstica, o mercado repercutiu pela manhã o índice de atividade IBC-Br, que mostrou que a economia brasileira cresceu em junho no maior ritmo em 15 meses. Com isso, o Ibovespa chegou a subir 0,63 por cento na máxima intradiária, encostando na resistência importante dos 60 mil pontos, mas acabou cedendo a um movimento de realização. Fonte: REUTERS.
Notícias relevantes do sábado, domingo e dessa segunda-feira:
  •  As medidas adotadas pelo governo para estimular o consumo surtiram efeito e o nível de atividade em junho superou as expectativas dos especialistas. O IBC-Br - indicador do Banco Central que funciona como uma prévia do comportamento do Produto Interno Bruto (PIB) registrou alta de 0,75% no período, a maior nos últimos 15 meses. Mas a esperada reação da indústria ainda não começou, afirmam economistas. Dados sobre consumo de energia, tráfego nas estradas e expedição de papelão ondulado referentes ao mês passado ainda trazem números negativos. A exceção é a venda de veículos, que já reagiu à redução do IPI. Fonte: O Globo.
  • A indústria automotiva não espera que o governo prorrogue a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos, cujo prazo final vai até o último dia deste mês. Para o vice-presidente da Associação Nacional dos Veículos Automotores (Anfavea), Luiz Moan, a sinalização de que o benefício não será estendido é assunto vencido. Os estoques das montadoras baixaram de 43 dias, em maio, para 24 dias, em agosto. Para Moan, o crescimento das vendas deve ser de 3% a 4% em 2012.  Fonte: Correio Braziliense.
  • O Brasil é lanterna no ranking dos grandes países em relação ao total de estradas pavimentadas. Países tão extensos quanto nós estão em situação melhor. No Brasil, há 220 mil quilômetros de estradas asfaltadas, ou 12,5% da total de 1,7 milhão de quilômetros. Segundo pesquisa de Geraldo Aguiar de Brito Vianna no livro "O Mito do Rodoviarismo no Brasil", nos EUA, que tem malha de 6,5 milhões de quilômetros, 64,5% são asfaltados. A Índia, com 3,4 milhões de quilômetros, tem 47,4% pavimentados, ou 1,7 milhão de quilômetros - o equivalente à malha total do Brasil. Na China, o índice é de 81%; no México, 49,5%. Fonte: O Globo.
       
  • Nos EUA, seca paralisa sete usinas de etanol. Volume de combustível produzido no país caiu 8% em um mês, e deve chegar a 12% A pior seca nos Estados Unidos desde 1956 já provocou a paralisação de sete usinas de etanol de milho no país e a redução de produção em outras 26 desde julho. a redução da oferta de milho e o aumento da inflação dos alimentos pressionam o governo a optar pela alteração da mistura de etanol na gasolina. Em palestra na semana passada, o vice-presidente de Pesquisa e Análise da RFA, Geoff Cooper, afirmou ser "um mito" as versões de que o setor de etanol mantém uma demanda inflexível de milho e de que a redução da mistura provocará queda dos preços dos alimentos. Fonte: O Globo.
  • A Comissão Europeia vai propor no próximo mês dar ao Banco Central Europeu (BCE) a supervisão de todos os principais bancos da zona do euro, noticiou o jornal "Handelsblatt", citando fontes da Comissão. Isso incluiria as caixas de poupança e os bancos cooperativos da Alemanha, que o país esperava que ficassem de fora quando sinalizou que queria a supervisão apenas dos 25 maiores bancos, informou o jornal. A proposta, a ser apresentada em 11 de setembro, considera que as autoridades nacionais supervisionem os negócios diários e que o BCE intervenha apenas onde observar "riscos perigosos", segundo a Reuters. Fonte: Valor Econômico. 
Agenda para terça-feira


Analista Acadêmico: Fênix Felipe de Mendonça
Coordenador: Prof. Dr. Sinézio Fernandes Maia
 

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