A análise grafista Giro pela Bolsa tem como
objetivo demonstrar as variações nos índices setoriais, bem como o IBovespa e o
câmbio a preços SPOT. Com isso, busca-se ter uma noção de como o mercado
interno operou durante a semana. A Teoria de Dow é a base dos nossos
estudos, mais voltado para a análise com uso de Price Action e Ondas de Elliot, não considerando condições
macroeconômicas; admite-se por hipótese que todas as informações pertinentes ao
mercado, canse encontra nos preços dos ativos, ou seja, no GRÁFICO.
A análise buscou na semana 51 (14/12 a 18/12)
manter o nível de previsão semanal para os respectivos ativos
escolhidos. Os índices setoriais que abrangem as empresas observadas nos
monitores fundamentalistas buscam obter uma melhor noção de como os ativos
podem performar durante o período de vigência na carteira e, se necessário
haver realocações, adicionalmente aos índices setoriais da carteira é analisado
o índice Financeiro tendo em vista sua influência no índice Bovespa, o IBOV e o
Dólar a preço spot.
O Índice de Energia
que apresentava um padrão de reversão em zona de resistência testou média mais
curta e os compradores mantiveram força até tentar romper o 81000 na semana 51.
A zona foi bem defendida pelos vendedores e espera-se que se continuar a
tendência, com os alvos em 83 e 85 mil são os próximos alvos. Caso não ganhe
força, um retorno até 75000 pontos pode ser considerada uma correção normal de
mercado.
O Índice
Imobiliário validou a análise e fechou a semana retornando a média mais
curta, com isso, espera-se na próxima semana um rompimento da resistência em
1100. Fechamentos acima da média em 1060 são essenciais, do contrário haverá
uma reversão de tendência para o índice com alvo em 1000 na LTA.
O Índice de Consumo
fechou com máximas cotando 5371 quando nosso alvo era de 5392, foi
alcançado e caso continue com a tendência ganhando mais força na compra 5500
será o próximo alvo, do contrário poderá oscilar entre o 5300 e 5100 amparado
pela média mais curta. Vale ressaltar que também pode ser zona de suporte tendo
em vista os topos anteriores assinalados no gráfico com as setas.
O Índice de
Materiais Básicos tinha alvo em 5300 iniciais foi alcançado e fechou a
semana cotando 5392. Os próximos alvos estão em 5642. Uma reversão da tendência
só seria configurada caso perdesse a média em 4900, do contrário será apenas
uma correção de curto prazo para continuar o rally de alta.
O Índice do Setor
Financeiro com projeções semanais busca alvos cada vez maiores, o topo
anterior em 13700 será alcançado caso a primeira resistência em 12800 seja
ultrapassada. Retornos a média mais curta em 11500 são correções aceitáveis do
movimento tendo em vista a forte puxada na sua cotação nos últimos dias.
O Índice Bovespa que zerou as perdas do
ano toca na resistência do topo anterior e fecha a sexta no negativo, caso
continue o rally de alta alvos semanais dão sequência a sua cotação com alvos
em 137 mil pontos, no curto prazo espera-se uma oscilação entre o 118 e 114 mil
pontos antes da retomada, o contrário segue o alvo semanal para o índice.
Por fim, o Dólar após perder o suporte da média mais longa forma um canal no curto prazo que nos remete a alvos cada vez menores em R$4,94 e R$4,59. Do contrário à zona que se encontra oscilando em R$5,10 pode servir de suporte revertendo sua tendência, caso perca os alvos já foram definidos
Variações na Semana:
IEEX: (+0,53%)
IMOB: (-1,07%)
ICON: (+2,70%)
IMAT: (+6,76%)
IFNC: (+2,01%)
IBOV: (+2,52%)
USD/BRL: (+0,72%)
Coordenador: Prof. Dr. Sinézio Fernandes Maia
Analista Acadêmico: Matheus E. Teles
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