A análise grafista Giro pelo Mundo tem como
objetivo demonstrar as variações nos indicadores de Bolsas mais importantes do
mundo, bem como as commodities, juros futuros, Ibovespa e Dólar futuro. Com
isso, busca-se ter uma noção de como o mercado externo operou durante a semana.
A Teoria de Dow é a base dos nossos estudos, mais voltado para a análise
com uso de Price Action e Ondas de Elliot, não considerando condições
macroeconômicas; admite-se por hipótese que todas as informações pertinentes ao
mercado encontram-se nos preços dos ativos, ou seja, no GRÁFICO.
A análise buscou na semana 50 (07/12 a 11/12)
manter o nível de previsão semanal para os respectivos ativos
escolhidos. Os índices americanos SP500,
DJI apresentam a mesma movimentação de consolidação no topo, mesmo rompendo
a zona de congestão em que se encontrava, indicadores em ambos os índices ainda
não apresentam confirmação da tendência. O Nasdaq
em contrapartida, performa melhor no ano e apresenta uma figura com projeções
em novas máximas, rompeu a resistência, porém fechou essa semana testando o
suporte. SP500 e DJI ainda se espera consolidação na
próxima semana, porém para o índice de tecnologia há projeções definidas.
O índice SHCOMP
ainda se mantém consolidado observando o gráfico semanal, mesmo com pequenos
movimentos em curto prazo. Osciladores apontam uma leve divergência quanto ao
preço o que nos faz esperar uma queda para a próxima semana com alvo no fundo
da zona de congestão.
O CAC 40 e UKX que são os índices europeus
analisados tem suportes em topos anteriores observados no início da
consolidação que espera-se que sejam testados para depois iniciar um rally de
alta. Entretanto, ambos continuam oscilando em um pequeno range de variação
diária. Os níveis de retração caso venham corrigir estão definidos no gráfico.
No OURO foram
definidas regiões de suporte com linhas de tendência secundárias e primárias,
entretanto, no curto prazo há uma convergência para a queda observando uma LTB
secundária, ou pela média. Com teste de suporte da primeira LTA e formação de
Pivot os alvos traçados estão definidos no gráfico com o 100% projetando em
outra zona de suporte dando maior confiabilidade ao movimento na queda para a
próxima semana. O Petróleo Brent ainda
tem espaço para a alta com alvos em US$52,04. Até que se confirme o alvo para
cima nenhuma outra análise será efetuada. A Perda do suporte cotado em US$48
pode ser um indício de correção ou reversão da tendência.
O Dólar ainda
mantém a movimentação de baixa, após uma briga na última semana na média mais
longa, perdeu o suporte e projeta alvos maiores para queda que estão definidos
no gráfico de forma clara em R$4,99 e R$4,66. Os DI 2022 e 2027
apresentam zonas importantes de suportes, para o DI2027 6,70 e 6,47 são cotações que podem ser alcançadas na próxima
semana. Já para o DI2022 o primeiro
suporte em 3,65 foi testado e a houve uma formação de um candle de reversão,
entretanto as médias apontam o movimento de queda. Até o final dessa semana
espera-se que o próximo alvo seja no próximo suporte cotado em 3,30.
Por fim, o Ibovespa
assim como o Petróleo ainda tem alvos para alcançar, como as projeções desde a
semana 49 já se concretizaram a análise busca um pente fino em relação a topo
do movimento, até então, 116217 ao final dessa semana parecia ser o final do
rally.
Variações na Semana
SPX: (-0,96%)
DJI: (-0,57%)
NASDAQ: (-0,69%)
SHCOMP: (-2,83%)
UKX: (-0,05%)
CAC40: (-1,81%)
USDBRL: (-1,75%)
DI1N2022: (-2,70%)
DI1F2027: (-2,89%)
IBOV: (+1,21%)
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